Ano 16

Alvarina Souza Silva

*18 de outubro de 1955 - Goiás


Alvarina Souza Silva é cineasta e também produtora e roteirista. Entre seus filmes está O Filme da minha vida  (1991).

Alvarina Souza Silva nasceu em Ceres, Goiás, em 18 de outubro 1955. Ela começou carreira dirigindo seu primeiro curta e integrando as equipes de produção, área em que desempenhou várias funções, como secretária, produtora executiva, supervisão e produtora. O primeiro longa nessa função foi Noite (1985), de Gilberto Loureiro. 

A estreia como diretora se dá em 1985, com o curta Alice na cidade maravilhosa, seguido por Retratos Rasgado (1989) e Aquarela (1989). Depois de realizar esses curtas, ela parte para a realização de seu primeiro longa-metragem.

Em 1991, estreia como diretora de longas com  O Filme da minha vida, uma história biográfica sobre uma garota que sonhava em fazer cinema, em um registro delicado e comovente. O filme começa a ser rodado em 1990 e termina no ano seguinte.

Alvarina  intensificou sua carreira na área da produção, com presenças em filme importantes de cineastas como  Quem matou Pixote? (1996), de José Joffily, Pequeno Dicionário Amoroso (1997), de Sandra Werneck, Crônicamente Inviável (2000), de Sérgio Bianchi, Villa-Lobos - Uma vida de paixão (2000), de Zelito Viana..

Depois de O filme da minha vida, realiza os curtas Alarme Falso, Entrevista (1998) e A Mulher que perdeu o controle (1998) e parte para o seu segundo longa metragem, Vida e Obra de Ramiro Miguez (2000).  O filme tem em seu elenco Tuca Andrada, Sandra Barsotti, Rogério Fróes, Guilherme Karan, Dira Paes e Paulo Vespúcio.

Com as possibilidades do cinema digital, realiza ainda O amor segundo Aurélio, Entre o Paraíso e Brasília, o doc. Rebelião dos Estudantes e Justiça Divina.

Ainda nos anos 2000, no campo da produção, Alvarina Souza Silva está em Um crime nobre (2001), de Walter Lima Jr, Dois perdidos numa noite suja (2002), de José Joffily, Vocação do Poder (2005), de Eduardo Escorel e José Joffily, O Casamento de Goreti (2014), de Paulo Vespúcio, e também no curta Memórias da chibata (2006), de Marcos Manhães Marins.

Em 2016, roteiriza e dirige o longa Cartas de amor são ridículas, e em 2019 o documentário O Filme da Minha Vida, em que revisita seu primeiro longa de ficção, que tem o mesmo nome.

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