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Mulheres do Cinema Brasileiro - Mulheres
Ano 14

Maracy Mello

*19 de maio de 1943 - Itatiaia - SP


Maracy Mello começou sua carreira no cinema em 1961, onde mantém carreira contínua nas décadas de 1960 e 70, e com trabalhos esporádicos nos anos 1980 e 1990.

Maracy Mello estreou no cinema em 1961, dando início a uma trajetória marcante nas telas. O começo é marcado pela co-produção Brasil/México, O fugitivo da noite, dirigido por Antonio Orellana, e pelo sucesso Tristeza do jeca, dirigido por Amacio Mazzaropi. Na televisão, atua em novelas como O tempo e o vento, de Teixeira Filho, na Excelsior, como a índia da fonte. A atriz desenvolve carreira importante também no teatro, em peças como O avarento, de Moliére, e A ratoeira, de Agatha Christie. No cinema, em 1967, faz par romântico com o ator e diretor Egidio Eccio no filme A vida quis assim, dirigido por Edward Freud. Os dois ficam casados até a morte de Eccio, em 1977.

Maracy Mello tem mais de vinte filmes no currículo, com atuações marcantes em filmes como O matador, de Amaro César e Egidio Eccio; Corisco, o diabo loiro, em que faz Maria Bonita, dirigido por Carlos Coimbra; O sexualista, de Egidio Éccio; o cult Lílian m – relatório confidencial, de Carlos Reichenbach; além de outros dirigidos por cineastas como Ary Fernandes – nas séries O vigilante e Águias de fogo, Fauzi Mansur, Tony Vieira e Jean Garrett. Em 1979 inicia parceria com o cineasta Denoy de Oliveira, no filme J.J.J, o amigo do super-homem, atuando em mais três filmes importantes do cineasta: Sete dias de agonia – o encalhe (1982), O baiano fantasma (1984) – também na produção, e A grande noitada (1997) – também na produção executiva.


Filmografia

O fugitivo da noite, 1961, Antonio Orellana
Tristeza do jeca, 1961, Amácio Mazzaropi
O vigilante e os cinco valentes, 1964, Ary Fernandes
A vida quis assim, 1967, Edward Freund
Maré alta, 1968, Carlos Eugênio Coutin
O matador, 1968, Amaro César e Egidio Éccio
Enquanto houver uma esperança, 1968, Edward Freund
Corisco, o diabo loiro, 1969, Carlos Coimbra
Dois mil anos de confusão, 1969, Fauzi Mansur
Marcados para o perigo, 1970, Ary Fernandes
Elas, 1970, José Roberto Noronha
O exorcista de mulheres, 1974, Tony Vieira
A filha do padre, 1975, Tony Vieira
O sexualista, 1975, Egidio Eccio
Lílian m – relatório confidencial, 1975, Carlos Reichenbach
Fruto proibido, 1976, Egídio Eccio
Noite em chamas, 1977, Jean Garrett
J.J.J., o amigo do super-homem, 1978, Denoy de Oliveira
Os três boiadeiros, 1979, Waldir Kopesky
Sete dias de agonia – o encalhe, 1982, Denoy de Oliveira
O baiano fantasma, 1984, Denoy de Oliveira
A grande noitada, 1997, Denoy de Oliveira

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Sala 
 Isabel Ribeiro
Presença luminosa nas telas, brilhou no cinema, teatro e televisão.