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Mulheres do Cinema Brasileiro - Mulheres
Ano 14

Ida Gomes

*25 de setembro de 1923, +22 de fevereiro de 2009 - Krasnik - Polônia


Filme dublado é uma chatice, mas ainda necessário para o mercado televisivo, levando-se em conta a realidade sócio-cultural brasileira – e mesmo em potências como a França e a Itália ele é bem-vindo, por proteção à língua. Dublagem é uma arte, e um mercado que emprega centenas de profissionais no Brasil. Além de se eternizar como uma das maravilhosas Irmãs Cajazeiras – era a Dorotéia – no marco O bem amado, de Dias Gomes, da carreira importante no teatro e de filmes expressivos no cinema, a atriz Ida Gomes é um nome importante desse segmento.

Ida Gomes nasceu na Polônia e veio para o Brasil aos 13 anos. Irmã do também ator Felipe Wagner, Ida encontrou na mãe a maior incentivadora para trilhar a carreira artística. Aos 15 anos fez sua primeira apresentação no rádio, desenvolvendo depois carreira de rádio-atriz na Tupi. Nos anos 1950, Ida Gomes atua no teatro, na televisão e como dubladora. Na telinha estreia em Coração delator, em 1953, e depois vai para a Globo, onde participa de cerca de 30 produções. Nesses mesmos anos, trabalha na BBC de Londres durante um ano e abraça a carreira de dubladora, sendo a voz oficial de duas estrelas, e rivais, de Hollywood: Bette Davis e Joan Crawford. Estreia no cinema em 1963 na versão dirigida por Billy Davis para Bonitinha, mas ordinária, de Nelson Rodrigues.

Ainda na década de 60, Ida Gomes atua em O mundo alegre de helô, de Carlos Alberto de Souza Barros, e no filme seguinte, A Penúltima donzela, de Fernando Amaral, tem hilária participação como a mãe e tia escandalizada com a ‘libertinagem’ das personagens das adoráveis de Djenane Machado e Adriana Prieto. Ida Gomes atua em mais quatro filmes, e depois de tempos afastada do cinema, retorna em Copacabana, de Carla Camurati, em 2001.


Filmografia

Bonitinha, mas ordinária, 1963, Billy Davis
O mundo alegre de helô, 1967, Carlos Alberto de Souza Barros
A penúltima donzela, 1969, Fernando Amaral
O casal, 1975, Daniel Filho
O seminarista, 1977, Geraldo Santos Pereira
Amante latino, 1979, Pedro Carlos Róvai
Primeiro de abril, Brasil, 1988, Maria Letícia
Copacabana, 2001, Carla Camurati  
My father, rua alguem 5555, 2003, Egidio Eronico
O amigo invisível, 2006, Maria Leticia
Destino, 2009, Moacyr Góes

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Sala 
 Isabel Ribeiro
Presença luminosa nas telas, brilhou no cinema, teatro e televisão.